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BADSISTA

BADSISTA e a nova identidade sonora brasileira

Badsista é um DJ e produtor que está no fronte da inovação musical. Pioneiro na colisão entre gêneros como house, bass music e funk, Badsista representa uma nova identidade sonora periférica que acende pistas no Brasil e no exterior. Expoente da comunidade LGBTQIA+, Badsista agita e inspira frequentadores de rolês queer pelo Brasil. Com sua sonoridade energética e diversa, o artista se consagrou como referência chave do underground do país.

De Itaquera para o mundo, Badsista já rodou por América Latina, Europa, África, Ásia e Oceania. São datas que incluem festivais europeus como Horst, Dekmantel e Primavera Sound, festivais na América Latina como DGTL Santiago e Tomorrowland Brasil, clubes na Ásia como Circus (Tóquio) e Zhao Dai (Pequim) e eventos como o Boiler Room de Joanesburgo. Seu material autoral como produtor revela incursões por muitas vias, incluindo house, bass music, hip hop, funk, dancehall e techno. Esse leque pode ser ouvido tanto em singles no seu Bandcamp quanto em seu aclamado álbum Gueto Elegance, de 2021. Seu talento no estúdio é reconhecido dentro e fora do país. Em 2023, a edição britânica da revista Mixmag o listou entre os produtores que “definiram o ano”.

Suas produções de estúdio para outros artistas demonstram a capacidade de trabalhar com uma diversidade de abordagens musicais: são projetos com nomes como Jup do Bairro, Jaloo, Linn da Quebrada, Pitty e Kelela. Nos palcos, suas parcerias incluem shows com Marina Lima e a icônica DJ alemã Ellen Allien. Para Badsista, sua discotecagem e suas produções se complementam em diversos pontos. “Produzo coisas especialmente para os sets, para testar na pista”, explica. “Gosto muito de pesquisar música ou produzir tracks quando estou em trânsito, no voo, no aeroporto ou no Uber”. Apesar de passar muito tempo produzindo sozinho, Badsista diz que ama “trabalhar com outras pessoas quando as coisas fluem, mais compromissadas com o processo do que com o resultado”.

A trajetória de Badsista foi construída com dedicação incansável e ouvido apurado. Como contou à Folha de S. Paulo em 2021, as músicas que fazia no curso de produção musical com “fone de ouvido comprado na rua 25 de Março” já soavam melhores que as dos colegas com acesso a equipamentos caros. É graças à arte pioneira de artistas como Badsista, ao lado de Cashu e RHR, que se consolidou o encontro entre eletrônicas de circulação global com as batidas saídas das quebradas brasileiras.

É um momento de projeção mundial da eletrônica nacional, comparável a quando os DJs Marky e Patife exportaram um drum’n’bass amalgamado com sonoridades brasileiras. “A gente fez esse grande caldeirão de coisas e referências, que só poderia ser criado por pessoas que vivem aqui, que vivem o que a gente vive”, conclui Badsista.

BADSISTA

BADSISTA e a nova identidade sonora brasileira

Badsista é um DJ e produtor que está no fronte da inovação musical. Pioneiro na colisão entre gêneros como house, bass music e funk, Badsista representa uma nova identidade sonora periférica que acende pistas no Brasil e no exterior. Expoente da comunidade LGBTQIA+, Badsista agita e inspira frequentadores de rolês queer pelo Brasil. Com sua sonoridade energética e diversa, o artista se consagrou como referência chave do underground do país.

De Itaquera para o mundo, Badsista já rodou por América Latina, Europa, África, Ásia e Oceania. São datas que incluem festivais europeus como Horst, Dekmantel e Primavera Sound, festivais na América Latina como DGTL Santiago e Tomorrowland Brasil, clubes na Ásia como Circus (Tóquio) e Zhao Dai (Pequim) e eventos como o Boiler Room de Joanesburgo. Seu material autoral como produtor revela incursões por muitas vias, incluindo house, bass music, hip hop, funk, dancehall e techno. Esse leque pode ser ouvido tanto em singles no seu Bandcamp quanto em seu aclamado álbum Gueto Elegance, de 2021. Seu talento no estúdio é reconhecido dentro e fora do país. Em 2023, a edição britânica da revista Mixmag o listou entre os produtores que “definiram o ano”.

Suas produções de estúdio para outros artistas demonstram a capacidade de trabalhar com uma diversidade de abordagens musicais: são projetos com nomes como Jup do Bairro, Jaloo, Linn da Quebrada, Pitty e Kelela. Nos palcos, suas parcerias incluem shows com Marina Lima e a icônica DJ alemã Ellen Allien. Para Badsista, sua discotecagem e suas produções se complementam em diversos pontos. “Produzo coisas especialmente para os sets, para testar na pista”, explica. “Gosto muito de pesquisar música ou produzir tracks quando estou em trânsito, no voo, no aeroporto ou no Uber”. Apesar de passar muito tempo produzindo sozinho, Badsista diz que ama “trabalhar com outras pessoas quando as coisas fluem, mais compromissadas com o processo do que com o resultado”.

A trajetória de Badsista foi construída com dedicação incansável e ouvido apurado. Como contou à Folha de S. Paulo em 2021, as músicas que fazia no curso de produção musical com “fone de ouvido comprado na rua 25 de Março” já soavam melhores que as dos colegas com acesso a equipamentos caros. É graças à arte pioneira de artistas como Badsista, ao lado de Cashu e RHR, que se consolidou o encontro entre eletrônicas de circulação global com as batidas saídas das quebradas brasileiras.

É um momento de projeção mundial da eletrônica nacional, comparável a quando os DJs Marky e Patife exportaram um drum’n’bass amalgamado com sonoridades brasileiras. “A gente fez esse grande caldeirão de coisas e referências, que só poderia ser criado por pessoas que vivem aqui, que vivem o que a gente vive”, conclui Badsista.